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Recursos

Perguntas frequentes sobre BI hospitalar e o Clic Health

Respostas diretas, organizadas por tema, para quem avalia um BI hospitalar ou quer entender melhor a gestão com dados.

Clic Health e funcionalidades

Página do tema

O que é, quem faz, o que tem e o que não tem.

O que é o Clic Health?

O Clic Health é um BI (business intelligence) de gestão hospitalar. Ele lê os dados do Tasy, organiza faturamento, atendimento, custos, DRE, financeiro e produção em mais de 40 painéis prontos para a diretoria e tem uma IA que responde perguntas sobre os painéis, com a fonte. Os detalhes estão na página da plataforma.

Quem desenvolve o Clic Health?

Uma equipe de contadores, controllers e desenvolvedores que trabalha há mais de 20 anos com a gestão de hospitais. O Clic Health nasceu dentro de um hospital, para responder às perguntas que a diretoria faz todo mês. Veja quem faz o Clic Health.

O Clic Health substitui o Tasy?

Não. O Tasy continua sendo o sistema de gestão do hospital, onde a operação acontece. O Clic Health só lê os dados do Tasy, com um usuário somente leitura, e acrescenta a camada de análise para a gestão. Nada é gravado no Tasy. Veja BI para Tasy.

Quais painéis o Clic Health tem?

São mais de 40 painéis em módulos: visão geral (Command Center ADM e Conselho), conta paciente, produção, permanência, DRE e orçamento, financeiro, contas e faturamento, SUS, setores e eficiência, e contábil. A lista com o que cada um mostra está na página da plataforma.

Dá para exportar os dados para o Excel?

Sim. Cada painel exporta para o Excel (ou CSV e PDF) a base que está na tela, com os filtros aplicados. A IA também gera, a partir do painel, um plano de ação no formato PDCA ou uma análise SWOT.

Quem pode acessar o Clic Health no hospital?

Quem o administrador do hospital autorizar. O acesso é por usuário, com senha e código pessoal, e cada BI tem a sua lista de pessoas. Há também o usuário temporário, só para consulta e com prazo de validade, útil para auditorias. Veja segurança e LGPD.

Quanto custa o Clic Health?

O valor depende do porte do hospital e do escopo da implantação, por isso não há uma tabela pública. Na demonstração entendemos o cenário do hospital e apresentamos uma proposta.

O que ainda está em desenvolvimento?

A previsão de fechamento do mês está em validação com dados reais, o comparativo entre hospitais (mercado) está em desenvolvimento e a leitura de outros sistemas além do Tasy, como o MV, está em preparação. Painéis específicos de compras e de gestão operacional do estoque não fazem parte da versão atual.

BI hospitalar

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O conceito, a escolha e a diferença para planilhas e relatórios.

O que é BI hospitalar?

BI hospitalar é o conjunto de dados, regras e painéis que transforma o que está registrado no sistema de gestão do hospital em informação para decidir: receita, margem, glosas, custos, produção e caixa. Um bom BI hospitalar entrega o mesmo número para todos, com a fonte clara e atualizado. Veja o guia de BI hospitalar.

Qual é o melhor BI para hospitais?

Não existe um melhor para todos: o melhor BI é o que lê bem o sistema de gestão do seu hospital, usa regras de cálculo que batem com a contabilidade, protege os dados de saúde e é mantido por quem entende de gestão hospitalar. Compare as opções pelos critérios da tabela em o que avaliar ao escolher um BI hospitalar. Se o hospital usa Tasy, o Clic Health foi feito para esse cenário.

Qual a diferença entre BI, dashboard e relatório?

O relatório responde a uma pergunta fixa. O dashboard reúne vários indicadores de um tema em uma tela, com filtros. O BI é o conjunto: os dados preparados, as regras de cálculo, os dashboards e a navegação entre eles. Veja dashboard hospitalar.

Quando o hospital deve trocar as planilhas por um BI?

Quando o fechamento dos indicadores toma dias, quando há versões diferentes do mesmo número, quando a análise depende de uma pessoa ou quando a diretoria não consegue descer até a causa de um desvio. O artigo Planilha ou BI discute os sinais e os custos de cada caminho.

Um BI precisa de equipe de TI dedicada?

Depende do modelo. Um BI construído internamente exige alguém para manter as cargas, as regras e os painéis. Em uma solução como o Clic Health, a equipe do Clic Health mantém as cargas e os painéis; o hospital precisa da TI na implantação (servidor e usuário de leitura) e de alguém da controladoria para validar os números.

Um BI hospitalar serve para hospital pequeno?

Sim. O tamanho muda o volume de dados, não as perguntas: hospitais pequenos também precisam saber a margem por convênio, as contas abertas e o resultado contra o orçamento. Em hospitais menores, o ganho costuma vir do tempo economizado no fechamento manual.

Integração com Tasy

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Como os dados saem do Tasy, com que frequência e com que cuidados.

É possível integrar um BI ao Tasy?

Sim. O Tasy guarda os dados em um banco de dados que pode ser lido por um BI com um usuário de leitura criado pela TI do hospital. No Clic Health, quem faz a leitura é o DataClic, um agente instalado no hospital que consulta só o que os painéis precisam, traz apenas o que mudou e nunca grava no Tasy. Veja integração com o Tasy.

Como extrair indicadores gerenciais do Tasy?

Há dois caminhos: exportar relatórios do Tasy e montar os indicadores em planilhas, ou ler o banco com um BI que aplica as regras de gestão automaticamente. O primeiro funciona para análises pontuais; o segundo, para a rotina. O passo a passo está no artigo como transformar dados do Tasy em indicadores gerenciais.

A leitura do Clic Health pesa no banco do Tasy?

A leitura foi desenhada para pesar pouco: o DataClic executa só as consultas dos painéis, traz apenas o que mudou desde a última leitura e segue uma agenda de horários combinada com o hospital. As perguntas feitas à IA e a navegação nos painéis não geram consultas no Tasy, porque usam o modelo de dados do Clic Health.

O Clic Health grava alguma coisa no Tasy?

Não. O DataClic usa um usuário somente leitura. Ele não grava, não altera e não apaga nada no Tasy.

Com que frequência os dados do Tasy são atualizados no Clic Health?

Conforme a agenda combinada com o hospital, com horários ao longo do dia; cargas específicas, como a contabilidade, podem ter horários próprios. Cada painel mostra a hora da última atualização e a da próxima. Se precisar antes, o botão Atualizar agora coloca um pedido na fila.

O Clic Health tem parceria ou homologação da Philips?

Não. O Tasy pertence ao seu titular, e o Clic Health é um produto independente, sem parceria, homologação ou certificação do fabricante do Tasy. A leitura dos dados é feita com a autorização e a infraestrutura do próprio hospital.

E se o hospital usar MV ou outro sistema?

Hoje a integração em produção é com o Tasy. A leitura de outros sistemas, como o MV, está em preparação. Fale com a gente para avaliarmos o seu caso.

Inteligência artificial

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O que a IA faz, de onde vêm os números e para onde vão os dados.

Como a inteligência artificial pode ajudar na gestão hospitalar?

A IA ajuda principalmente a encurtar o caminho entre a pergunta e a resposta: o gestor pergunta em português e recebe o número com a explicação, sem montar relatório. Ela também aponta os maiores desvios do período e organiza a ação, montando planos PDCA e análises SWOT a partir dos painéis. Usos e limites estão no artigo inteligência artificial na gestão hospitalar.

A IA do Clic Health pode inventar números?

A IA foi desenhada para não depender do modelo de linguagem para calcular. Na IA Essencial, as respostas são calculadas na hora sobre os dados e os filtros do painel. A IA Avançada parte dessas respostas calculadas. Em ambos os modos, a resposta mostra a medida, o período e a origem, para que o gestor confira. Como em qualquer IA, a recomendação é conferir números importantes no painel.

Para onde vão os dados quando faço uma pergunta?

A IA Essencial roda dentro do Clic Health e não envia os dados a serviços externos de IA. A IA Avançada roda no navegador do próprio usuário. Em nenhum dos modos a IA tem acesso a nome, CPF ou data de nascimento de pacientes, porque esses dados não saem do hospital.

Qual a diferença entre a IA Essencial e a IA Avançada?

A IA Essencial usa uma biblioteca de perguntas de cada painel, com respostas calculadas na hora; é o modo padrão e funciona em qualquer computador. A IA Avançada é um modelo de linguagem que roda no navegador, para conversas mais livres, e exige um computador com placa de vídeo compatível.

Que tipo de pergunta a IA responde?

Perguntas sobre os painéis: valores, variações, rankings, tendências e explicações de indicadores. Por exemplo: "qual foi a receita do último mês e quanto variou?" ou "quais convênios têm a menor margem?". Dicas estão no artigo como fazer boas perguntas à IA.

A IA substitui o analista ou a controladoria?

Não. A IA acelera a busca do número e a primeira leitura, mas a interpretação, a validação e a decisão continuam com as pessoas. O ganho é o analista gastar menos tempo montando tabelas e mais tempo explicando e propondo ação.

Dashboards e indicadores

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Como os painéis funcionam e quais indicadores acompanhar.

Como funciona um dashboard hospitalar?

Um dashboard hospitalar lê os dados do sistema de gestão em horários definidos, aplica regras de cálculo a cada indicador e mostra o resultado em uma tela com filtros, a variação contra uma referência e a possibilidade de descer do total até o detalhe. Veja dashboard hospitalar.

Quais indicadores um diretor hospitalar deve acompanhar?

Poucos e com referência: receita, margem de contribuição, EBITDA e resultado; % de glosa, contas pendentes e prazo médio de recebimento; taxa de ocupação, média de permanência e produção contra o ano anterior. A lista comentada está em indicadores hospitalares e no artigo 15 indicadores essenciais.

Como se calcula a taxa de ocupação hospitalar?

Taxa de ocupação = pacientes-dia ÷ leitos-dia operacionais × 100, no período. Ela deve ser lida por unidade (UTI, clínica, cirúrgica), porque a média do hospital esconde diferenças. Veja o artigo sobre taxa de ocupação.

Como se calcula a média de permanência?

Média de permanência = pacientes-dia ÷ saídas do período, contando como saídas as altas, os óbitos e as transferências externas. Ela deve ser comparada por setor, especialidade e pagador. Veja o artigo sobre média de permanência.

Com que frequência um painel de gestão precisa ser atualizado?

Depende do tema: o faturamento e as contas pendentes pedem atualização várias vezes ao dia; a produção, diária; a contabilidade, depois do fechamento. Mais importante que "tempo real" é saber a hora da última atualização, que o Clic Health mostra em cada painel.

Quantos indicadores um painel deve ter?

O suficiente para responder a uma pergunta. A primeira tela da diretoria funciona bem com oito a doze indicadores, sempre com a comparação. Mais do que isso em uma mesma tela costuma esconder o que importa; o detalhe fica em painéis específicos.

Gestão financeira

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Caixa, prazos, inadimplência e margem.

Como calcular o prazo médio de recebimento de um hospital?

Prazo médio de recebimento = saldo de contas a receber ÷ faturamento médio diário do período. Calcule por convênio, porque cada um tem um prazo contratual diferente, e acompanhe a tendência mês a mês. Veja o artigo sobre prazo médio de recebimento.

Qual a diferença entre glosa e inadimplência?

Glosa é a recusa, total ou parcial, de pagar um item da conta, por motivo técnico ou administrativo. Inadimplência é o atraso ou o não pagamento de um valor que foi aceito. As duas reduzem o caixa, mas têm causas e soluções diferentes, e por isso devem ser medidas separadamente.

Por que o hospital tem lucro e falta caixa?

Porque a receita é reconhecida quando o atendimento acontece, mas o dinheiro só entra quando o convênio paga, muitas vezes semanas ou meses depois, e parte da conta pode ser glosada. Contas paradas sem faturar e prazos longos de recebimento ampliam a diferença. Por isso o resultado e o caixa precisam ser acompanhados juntos.

Como acompanhar a margem por convênio?

Calcule a margem de contribuição de cada convênio: receita do convênio menos glosas, materiais, medicamentos e honorários repassados. Compare em R$ e em % da receita. No Clic Health, o painel Operadoras mostra o ranking por faturamento e por margem. Veja margem de contribuição por convênio.

O que é EBITDA em um hospital?

EBITDA é o resultado operacional antes de juros, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização. No hospital, mostra a geração de caixa da operação, sem o efeito da estrutura de dívida e do investimento em equipamentos. A definição está no glossário.

Custos, DRE e controladoria

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DRE, orçamento, centros de custo e margem.

Como analisar a DRE de um hospital?

Comece pelo resultado e compare com o orçamento e com o mesmo período do ano anterior. Depois encontre a linha que explica a diferença (receita, glosa, custo variável, pessoal, custo fixo), o centro de custo que concentra o desvio e se a causa é volume, preço ou mix de convênios. O passo a passo está no artigo como analisar a DRE hospitalar.

Como comparar o orçado e o realizado?

Linha a linha da DRE e por centro de custo, em valor e em percentual, sempre no mesmo critério de competência. Separe os desvios por volume (produziu mais ou menos) dos desvios por preço ou consumo. Veja orçado x realizado.

O que é centro de custo em um hospital?

É a unidade que acumula custos para análise, como UTI, centro cirúrgico, pronto-socorro, lavanderia ou faturamento. Os centros de custo se dividem em produtivos (geram receita), de apoio e administrativos. Veja como acompanhar custos por setor.

Qual a diferença entre custo fixo e custo variável no hospital?

Custo variável muda com o volume de atendimentos, como materiais, medicamentos e honorários médicos por produção. Custo fixo não muda no curto prazo, como estrutura, folha fixa e contratos. A separação é a base da margem de contribuição.

O que é margem de contribuição?

É a receita menos os custos e as deduções variáveis. Mostra quanto cada convênio, especialidade ou procedimento sobra para pagar o custo fixo do hospital. A definição completa está no glossário.

Como fazer o forecast do resultado do ano?

Some o realizado até o mês e projete os meses restantes com base na tendência recente, no orçamento e nos eventos conhecidos (reajustes, novos serviços, sazonalidade). No Clic Health, a DRE gerencial tem uma simulação de forecast dos próximos meses.

Faturamento e glosas

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Glosas, conta aberta e perdas.

O que é glosa hospitalar?

Glosa é a recusa, total ou parcial, do pagamento de um item da conta hospitalar pelo convênio (ou pelo SUS), por motivo técnico (procedimento sem justificativa, quantidade acima do esperado) ou administrativo (falta de autorização, erro de cadastro, prazo). Veja o artigo glosas hospitalares.

Quais são os tipos de glosa?

As mais comuns são a administrativa (falhas de documentação, autorização, cadastro ou prazo), a técnica (questionamento da necessidade ou da quantidade do que foi feito) e a linear (corte aplicado sem análise item a item). Também se distingue a glosa inicial, que pode ser recorrida, da glosa definitiva.

Como reduzir as glosas do hospital?

Medindo por convênio, motivo e setor para atacar primeiro o que concentra valor; conferindo autorização e documentação antes do envio (pré-faturamento); mantendo as tabelas dos convênios atualizadas; e recorrendo das glosas indevidas dentro do prazo. O detalhe está no artigo glosas hospitalares.

Como controlar as contas não faturadas?

Acompanhando todos os dias o valor e a idade das contas com atendimento encerrado e ainda não faturadas, por setor e por convênio, e definindo um prazo máximo para cada etapa. No Clic Health, o painel Contas Pendentes Dia mostra essas contas e o status do protocolo. Veja contas não faturadas.

Qual a diferença entre glosa e perda?

A glosa é a recusa do pagamento de um item, que ainda pode ser recorrida. A perda é o valor que o hospital reconhece que não vai receber, depois de esgotados os recursos ou por outros motivos. O painel Perdas do Clic Health mostra as contas faturadas como perda.

O BI resolve o problema das glosas?

O BI mostra onde estão as glosas, quanto custam e como evoluem, o que permite priorizar. A correção acontece no processo de faturamento: documentação, autorização, cadastro e recurso. O ganho do BI é direcionar o esforço da equipe.

Compras, estoque e patrimônio

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Materiais, medicamentos, estoque e indicadores patrimoniais.

O Clic Health tem painel de compras?

Não na versão atual. O Clic Health não tem painéis específicos de compras, como cotações, pedidos ou prazo de entrega de fornecedores. Se essa análise é prioridade para o seu hospital, conte para a gente: ela entra na avaliação do que desenvolver.

O Clic Health controla o estoque?

Não. O controle do estoque continua no sistema de gestão do hospital. O Clic Health mostra o estoque na visão contábil, no painel Indicadores Patrimoniais, e o consumo de materiais e medicamentos por setor. Indicadores operacionais de estoque, como giro por item e cobertura em dias, não fazem parte da versão atual.

Como acompanhar o consumo de materiais por setor?

Comparando o consumo de cada setor com a produção do mesmo setor, mês a mês. Consumo que sobe com produção estável pede investigação. No Clic Health, o painel Consumo Setor mostra o consumo por grupo, classe, subgrupo e item, com base na dispensação. Veja custos por setor.

Como saber se um material dá margem?

Comparando a receita que o item gera na conta do paciente com o custo dele. Itens com margem negativa costumam indicar tabela de convênio desatualizada ou preço de compra alto. O painel Análise Materiais do Clic Health mostra essa rentabilidade por item.

O que são indicadores patrimoniais?

São indicadores tirados do balanço, como liquidez, endividamento e a posição do estoque contábil. Eles mostram a saúde financeira de longo prazo do hospital, complementando a DRE, que mostra o resultado do período.

Segurança e proteção de dados

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LGPD, o que sai do hospital e quem acessa o quê.

Como funciona a segurança dos dados no Clic Health?

Em camadas: o DataClic lê o Tasy só para leitura; o paciente segue para a nuvem identificado só por código; cada hospital tem uma chave própria e só vê os próprios dados; o acesso é por usuário, com senha e código pessoal; e cada acesso fica registrado. Veja segurança e LGPD.

Que dados saem do hospital?

Saem as tabelas que os painéis precisam: atendimentos, contas, convênios, setores, custos, lançamentos contábeis, títulos. O paciente vai identificado só por código. Nome, CPF e data de nascimento não saem do hospital.

O Clic Health atende à LGPD?

O Clic Health foi desenhado para reduzir o risco no tratamento de dados de saúde: minimiza o que sai do hospital, não leva dados que identificam o paciente diretamente, controla e registra os acessos e publica os termos de uso e a política de privacidade. A adequação à LGPD é uma responsabilidade compartilhada com o hospital, que define as bases legais e as políticas internas; o artigo LGPD em BI hospitalar lista o que avaliar.

Quem pode ver os dados do hospital?

Os usuários autorizados pelo administrador do hospital, cada um nos BIs liberados para ele. A equipe de suporte do Clic Health tem acesso para manutenção, e esse acesso também é registrado. Usuários de outros hospitais nunca veem os dados do seu hospital.

Há registro de quem acessou e do que foi feito?

Sim. O Clic Health registra cada acesso, as telas abertas e as alterações de configuração, para auditoria do hospital.

Dá para dar acesso a um auditor externo?

Sim, com o usuário temporário: só consulta, com prazo de validade definido pelo administrador. Quando o prazo vence, o acesso termina, e o histórico do que foi consultado continua registrado.

Implantação e suporte

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O que a implantação exige e como é o suporte.

Quais dados são necessários para implantar um BI hospitalar?

Os dados do sistema de gestão: atendimentos e internações, contas dos pacientes e seus itens, convênios, setores e centros de custo, títulos a receber e a pagar e lançamentos contábeis. Além deles, informações de gestão que costumam ficar fora do sistema, como a estrutura da DRE gerencial, os grupos de custo e o orçamento. Veja implantação de BI hospitalar.

O que o hospital precisa ter para usar o Clic Health?

O Tasy em uso, um usuário de leitura no banco de dados criado pela TI, um servidor ou máquina virtual Windows para o DataClic com saída para a internet por HTTPS, e pessoas da TI e da controladoria disponíveis durante a implantação.

Quem do hospital participa da implantação?

A TI, para preparar o servidor e o usuário de leitura e instalar o DataClic; a controladoria ou o financeiro, para validar os números e preencher as planilhas auxiliares (estrutura da DRE, grupos de custo); e a diretoria, para definir quem acessa cada BI.

Quanto tempo leva a implantação?

Depende do volume de dados, das regras de gestão do hospital e da disponibilidade das equipes. As etapas são: conversa técnica, instalação do DataClic, primeira carga, preparação dos dados, validação com a controladoria e liberação dos usuários. Na demonstração, apresentamos o cronograma para o seu cenário.

Como os números são validados?

Comparando os painéis com relatórios que o hospital já conhece e confia, como o faturamento do mês e o balancete. As diferenças são explicadas uma a uma (critério de competência, convênios incluídos, classificação de contas) até que os números batam.

Como funciona o suporte?

O suporte é feito pela equipe do Clic Health, por e-mail e WhatsApp, em horário comercial. O Clic Health tem também uma tela de diagnóstico que mostra se o DataClic está em contato, como foi a última carga e o que fazer quando algo para.

O hospital precisa de treinamento?

Os painéis foram feitos para serem lidos sem treinamento longo. Na liberação, a equipe do Clic Health apresenta os painéis aos usuários, e a IA de cada painel tem um tutorial que explica o que a página mostra.

Como usar estas perguntas

As respostas começam pelo essencial e apontam para as páginas e os artigos onde o tema é aprofundado. Quando uma resposta fala do Clic Health, ela descreve o que existe hoje na plataforma; o que está em desenvolvimento aparece como tal.

Não encontrou a sua pergunta? Use o chat no canto da tela ou chame no WhatsApp +55 48 99928-8811. Para os termos técnicos, veja o glossário de indicadores.

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