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Perguntas sobre segurança e proteção de dados
LGPD, o que sai do hospital e quem acessa o quê.
Perguntas sobre proteção de dados. A página completa está em segurança e LGPD.
Como funciona a segurança dos dados no Clic Health?
Em camadas: o DataClic lê o Tasy só para leitura; o paciente segue para a nuvem identificado só por código; cada hospital tem uma chave própria e só vê os próprios dados; o acesso é por usuário, com senha e código pessoal; e cada acesso fica registrado. Veja segurança e LGPD.
Que dados saem do hospital?
Saem as tabelas que os painéis precisam: atendimentos, contas, convênios, setores, custos, lançamentos contábeis, títulos. O paciente vai identificado só por código. Nome, CPF e data de nascimento não saem do hospital.
O Clic Health atende à LGPD?
O Clic Health foi desenhado para reduzir o risco no tratamento de dados de saúde: minimiza o que sai do hospital, não leva dados que identificam o paciente diretamente, controla e registra os acessos e publica os termos de uso e a política de privacidade. A adequação à LGPD é uma responsabilidade compartilhada com o hospital, que define as bases legais e as políticas internas; o artigo LGPD em BI hospitalar lista o que avaliar.
Quem pode ver os dados do hospital?
Os usuários autorizados pelo administrador do hospital, cada um nos BIs liberados para ele. A equipe de suporte do Clic Health tem acesso para manutenção, e esse acesso também é registrado. Usuários de outros hospitais nunca veem os dados do seu hospital.
Há registro de quem acessou e do que foi feito?
Sim. O Clic Health registra cada acesso, as telas abertas e as alterações de configuração, para auditoria do hospital.
Dá para dar acesso a um auditor externo?
Sim, com o usuário temporário: só consulta, com prazo de validade definido pelo administrador. Quando o prazo vence, o acesso termina, e o histórico do que foi consultado continua registrado.