Para hospitais que usam Tasy
BI para hospitais que usam Tasy
O seu Tasy já tem os dados que mostram onde o hospital perde dinheiro. O Clic Health transforma esses dados em painéis prontos para a diretoria, sem trocar de sistema e sem gravar nada no Tasy.
O Tasy é um dos sistemas de gestão hospitalar mais usados no Brasil. Ele registra o atendimento, a conta do paciente, os suprimentos, o financeiro e a contabilidade. O que ele não entrega pronto para a diretoria é a camada de gestão: os indicadores calculados com as mesmas regras, comparados com o orçamento e com o ano anterior, em uma tela que qualquer gestor entende. Um BI para Tasy faz exatamente isso: lê os dados do Tasy e transforma em painéis de decisão.
O Clic Health é um BI feito para hospitais que usam Tasy. Ele não substitui o Tasy e não grava nada nele: acrescenta capacidade de análise sobre os dados que o hospital já tem.
O que o Clic Health acrescenta ao Tasy
| No Tasy | No Clic Health |
|---|---|
| A conta de cada paciente, item a item | A margem por atendimento, por convênio, por especialidade e por procedimento |
| Os títulos a receber e a pagar | Os prazos médios de recebimento e de pagamento, o saldo por vencimento e por convênio |
| Os lançamentos contábeis por centro de custo | A DRE orçado x realizado, a variação por centro de custo e a análise horizontal e vertical |
| As internações, altas e transferências | A média de permanência, a produção contra o ano anterior e a excedência do SUS |
| A dispensação de materiais e medicamentos | O consumo por setor e a rentabilidade de mat/med |
| As contas em aberto e o faturamento | As contas pendentes, os títulos glosados e as perdas |
Temas para hospitais com Tasy
- Integração e atualização dos dados: como o DataClic lê o Tasy, com que frequência e o que fica no hospital.
- IA aplicada aos dados do Tasy: perguntas em português sobre os painéis alimentados pelo Tasy.
- Indicadores financeiros do Tasy: recebimentos, pagamentos, prazos e inadimplência.
- Dashboards de atendimento: produção, permanência, cirurgias e exames.
- Controladoria e DRE: orçamento, centros de custo e resultado.
- Compras, materiais e estoque: o que existe hoje e o que não existe.
- Faturamento e glosas: conta aberta, títulos glosados e perdas.
Por que não usar só os relatórios do Tasy
Os relatórios do sistema de gestão respondem bem a perguntas operacionais, uma de cada vez. A gestão precisa de outra coisa: ligar faturamento, custos e contabilidade com a mesma regra, comparar períodos, descer até a causa e ter tudo atualizado sem trabalho manual. Na prática, sem um BI, os hospitais acabam exportando relatórios para planilhas e montando os indicadores à mão, o que toma tempo e gera versões diferentes do mesmo número. O artigo como transformar dados do Tasy em indicadores gerenciais mostra esse caminho em detalhe.
O que o hospital precisa ter
- Tasy em uso e um usuário de leitura no banco de dados, criado pela TI do hospital.
- Um servidor ou máquina virtual Windows para o DataClic, com saída para a internet por HTTPS.
- Pessoas da TI e da controladoria disponíveis para a implantação e a validação dos números.
Algumas informações de gestão costumam não estar no Tasy, como a estrutura da DRE gerencial, os grupos de custo ou a produção orçada por área. Elas entram por planilhas auxiliares padronizadas, preenchidas pelo hospital no próprio Clic Health.
As dúvidas mais comuns estão em perguntas sobre integração com o Tasy.